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Endividamento e Ratings

Endividamento e aplicações financeiras

O endividamento bruto em 30 de junho era de R$ 18.702 milhões, estável em relação ao observado no final do 1T17, impactado por um lado pelo efeito do aumento da taxa de câmbio sobre o endividamento em moeda estrangeira e por outro pelo maior fluxo de amortização de dívidas neste trimestre. Da dívida total, R$ 13.016 milhões, ou 70% (US$ 3.934 milhões) são denominados em dólar, substancialmente pré-pagamentos de exportação.

O prazo médio de vencimento dos financiamentos manteve-se estável, e ao final do 2T17 era de 44 meses, sendo 39 meses para os financiamentos em moeda local e 47 meses para os financiamentos em moeda estrangeira. A dívida de curto prazo ao final do trimestre correspondia a 12% do total e o custo médio dos financiamentos em moeda local era de 8,3% a.a. e em moeda estrangeira de variação cambial acrescida de 4,8% a.a..

O caixa e as aplicações financeiras da Companhia encerraram o 2T17 em R$ 6.954 milhões, R$ 305 milhões a menos do que o verificado ao final do 1T17. Esse valor equivale às amortizações de financiamentos a vencer nos próximos 40 meses.

O endividamento líquido consolidado em 30 de junho de 2017 totalizou R$ 11.748 milhões, aumento de R$ 371 milhões em relação ao verificado em 31 de março de 2017, explicado principalmente pelo efeito da variação cambial sobre o endividamento em dólar. Por outro lado, pelo aumento de geração de caixa nos últimos doze meses, a relação dívida líquida / EBITDA Ajustado manteve-se estável em relação ao último trimestre e fechou o 2T17 em 4,9 vezes.

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Agência Rating Perspectiva Última Atualização
Standard & Poor's BB+ Estável Jun-16
Fitch Ratings BB+ Estável maio-17
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