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Endividamento e Ratings

Endividamento e aplicações financeiras

O endividamento bruto em 30 de junho era de R$ 24.602 milhões, aumento de R$ 4.388 milhões em relação ao observado no final do 1T19, explicado principalmente por novas captações para alongamento da dívida e fazer frente aos investimentos necessários para o Projeto 2, que superaram os vencimentos do trimestre. Dentre as captações, vale destacar duas operações de emissão de notes, uma com vencimento de 10 anos, e a outra de 30 anos, no montante de US$ 500 milhões cada. Da dívida total da Companhia, R$ 18.491 milhões, ou 75% (US$ 4.825 milhões) são denominados em dólar, considerando operações de financiamento com swap de taxas de real para dólar.

No período, a continuidade do trabalho de liability management por meio de operações de rolagem de dívidas fez o prazo médio de vencimento dos financiamentos saltar de 52 meses no 1T19 para 94 meses ao final 2T19, sendo 40 meses para os financiamentos em moeda local e 110 meses para os financiamentos em moeda estrangeira. Vale ressaltar que mesmo com o alongamento da dívida, o custo médio dos financiamentos manteve-se basicamente inalterado em relação aos últimos trimestres, fechando o 2T19 em 7,6% a.a. no que se refere às dívidas em reais, e em variação cambial acrescida de 5,6% a.a. em relação às dívidas em moeda estrangeira.

O caixa e as aplicações financeiras da Companhia encerraram o trimestre em R$ 11.458 milhões, aumento de R$ 3.998 milhões em relação ao verificado ao final do 1T19, explicado principalmente pela contratação das operações para rolagem da dívida da Companhia. Adicionalmente, a Klabin contratou no início do ano uma linha de crédito rotativo (Revolving Credit Facility) de US$ 500 milhões, com prazo de disponibilidade de 5 anos e custo financeiro de 0,4% a.a.. Caso a linha seja sacada, o custo deste financiamento seria de Libor + 1,35% a.a.. Desta forma, a posição de liquidez da Klabin ao final do 2T19, ou seja, a posição de caixa e aplicações financeiras somada a esta linha de crédito rotativo é de R$ 13.374 milhões, valor que equivale às amortizações de financiamentos a vencer nos próximos 77 meses.

O endividamento líquido consolidado em 30 de junho de 2019 totalizou R$ 13.144 milhões, R$ 390 milhões acima do verificado em 31 de março de 2019, explicado majoritariamente pelo início dos desembolsos para o Projeto Puma 2, além de saída pontual de caixa pelo pré-pagamento do REFIS. Por outro lado, o aumento do Ebitda Ajustado fez com que a alavancagem financeira da Companhia, mensurada pela relação dívida líquida / Ebitda ajustado, se mantivesse inalterada em 3,0 vezes, mesmo nível verificado ao final do 1T19.

 

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